quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Missa Nova | Joaquim dos Santos

“Para Vós, Senhor, a minha vida inteira” – assim aconteceu com o Maestro Joaquim dos Santos.

Assinalam-se hoje 48 anos sobre a Missa Nova do Pe. Joaquim dos Santos. Foi em Fátima, na Capelinha das Aparições…

 

domingo, 22 de agosto de 2010

Ide por todo o mundo | cântico

Em 1991 foi publicado o número 59 da segunda série da NRMS. Mais um número que transporta em si a beleza de uma pedra preciosa.
Ide por todo o mundo é feito de pequenas agruras e doçuras que, no seu conjunto, dão lugar a uma grande peça de música sacra. É esta a mestria do Dr. Santos: com recursos que às nossas mãos parecem limitados dá intemporalidade musical aos versos já por si intemporais. Ouçam-se as “ousadas” estrofes e perceba-se onde chega a Arte do Pe. Joaquim dos Santos.



Um lirismo musical que bem pode qualificar, com boa música, a vida das Assembleias deste país. Cântico editado também pelo Serviço Nacional de Liturgia – Cânticos de Entrada e Comunhão I (pág. 156 e 157).

Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho.
Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos,
diz o Senhor.

Hei-de falar do vosso nome aos meus irmãos,
hei-de louvar-Vos no meio da assembleia.
Vós que temeis o Senhor, louvai-O,
glorificai-O, vós todos os filhos de Israel.

Para ele viverá a minha alma,
há-de servi-l'O a minha descendência.
Falar-se-á do Senhor às gerações futuras
e a sua justiça será revelada ao povo que há-de vir.

Interpretação do Grupo Vocal Ançã-ble. Direcção de Pedro de Miranda.
Gravado nas Semanas de Intensidade Musical de Rio Longo - 2008

sábado, 21 de agosto de 2010

Inusual combinación | 19º XIX FESTIVAL INTERNACIONAL DE ÓRGANO CATEDRAL DE LEÓN | 28.09.2002

No ano de 2002 assim foi acontecendo por alguns locais da Europa! Falamos da obra Pequena fantasia para marimba e órgão…

Nadie puede decir que en esta decimonovena edición del Festival Internacional de Órgano Catedral de León no se están dado cita los estilos más diferentes y las música más vanguardistas junto a otras de incuestionable tradición que hacen de este festival algo vivo, cambiante y novedoso. La actuación que esta noche, a las 22.00 horas, nos propone el Dúo Jargg para el cuarto concierto en la Catedral es sin duda una de las más rompedoras y actuales al contar con marimba y órgano una combinación que sin duda atraerá la atención de cuántos sigamos de cerca este concierto en el que se incluyen obras de Jargg, Dos Santos, Bach, Tañer, Listz-Guillou y Puértolas. Giampaolo Di Rosa, órgano y Joan Marc Pino I Arasa, marimba son los dos intérpretes que hoy producirán nuevas sonoridades en el primer templo leonés, como preámbulo del que mañana escucharemos en el mismo lugar de órgano y trompeta. El dúo Jarrg, cuyo nombre esconde una simbología referente a Bach, es un binomio polivalente entre la Marimba y el Órgano que nace del encuentro de dos músicos interesados en los aspectos más innovadores y técnicamente evolucionados de los dos instrumentos, con el fin de poder tocar y divulgar un repertorio nuevo e inexplorado. Giampaolo di Rosa, pianista, organista y clavicembalista, tras haber obtenido el título superior de Piano con las máximas calificaciones en el instituto Santa Cecilia de Roma y el de Órgano y Composición Organística en San Pedro a Majella de Nápoles, inicia su perfeccionamiento organístico en la Hochschule de Würzburg con el profesor G. Kauzinger, donde actualmente cursa la Diplomatura en Clavicembalo. Asimismo estudia con el Maestro Jean Guillou del que interpreta habitualmente sus obras para órgano. Ha ofrecido numerosos recitales como solista tanto de piano como de órgano y especialmente en formaciones camerísticas. Es Director Artístico del Ottobre Organistico Apriliano y de la Rassegna Organistica di Roccamassima. Actualmente es organista titular de la St. Laurentius Kirche en Würzburg y de la Iglesia Arciprestal de S. Michele Argangelo y Santa María Goretti en Aprilia. Joan Marc Pino i Arasa nació en Amposta, donde comenzó sus estudios musicales. Obtuvo el Título Superior de Percusión en el Conservatorio Superior de Música de Barcelona bajo la dirección de Santiago Molas y F. Xavier Joaquim.En 2001 consigue el Meisterklassendiplom de la Hochschule für Musik Würzburg con el profesor Mark Lutz. Ha sido galardonado con el Premio de Honor de Grado Medio y Superior de Percusión, Primer Premio en el concurso de Juventudes Musicales de España (1997), Segundo Premio de Música de Cámara de la Musicalischen Akademie Würzburg con el grupo Tree-o, y Forderpreis en el Junge Klustern Ingolstadt. De su actividad profesional destaca la participación como percusionista solista en las obras de Carlos Santos: Figasantos-Fagotrop, Missatge al Contestador Soparem a les Nou, L''Esplèndida Vergonya del Fet Mal Fet, Homenatge a Joan Fuster, y L''Adéu de Lucrecia Borja, actuando en España, Francia, Alemania y Suecia. Fue timbalero de la Jove Orquestra Simfònica de Catalunya y seleccionado por la Generalitat de Catalunya para ser también timbal solista de la Interregionales Orchester. Dos compositores, J. Dos Santos (Portugal) y Pere Josep Puértolas (España), han escrito especialmente para Jargg, contribuyendo así a crear un repertorio de música actual para Marimba y Órgano.

Fonte

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Parituras

À semelhança do que aconteceu há uns dias, hoje abre-se uma nova página neste blog.

Esta tem a ousadia de ser dedicada em exclusivo à publicação de obras para coro e orquestra mas em forma de redução para coro e órgão (ou piano).

O objectivo desta página, tal como é descrito na mesma, passa pela divulgação de obras que doutra forma permaneceriam na sombra.

Abre-se esta “colecção” com um belíssimo Tantum ergo composto em Outubro de 1994. Ao que tudo indica foi estreado em Novembro do mesmo ano na cidade de Braga. A forma coral da obra não deixa de evidenciar, mais uma vez, a mão especial que Joaquim dos Santos tem para trabalhar nesta forma tão majestosa – o Coral. Uma bela composição que fica agora ao alcance de todos.

A publicação de partituras nesta página será feita de acordo com a disponibilidade existente para trabalhar cada obra!

Com cada partitura será publicada uma maqueta áudio para que se possa ter uma ideia mais abrangente da peça. Neste caso é a seguinte:

Powered by eSnips.com

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Exposição | Obras de Inspiração Popular de Joaquim dos Santos

image Tal como outros compositores que marcaram o panorama musical português do seu tempo, Joaquim dos Santos também procurou as raízes da música popular portuguesa, recriando-a através das suas harmonizações.

A partir de 1968, ano em que regressou a Portugal vindo de Itália, levou a cabo uma recolha de etnografia musical centrada nas zonas de Basto, Ribeira de Pena e Montalegre, contactando pessoalmente com os habitantes. Deste contacto promovido ao longo de vários anos resultou uma recolha bastante rica de canções que narram o quotidiano das populações e que se vão perdendo na memória. A este trabalho sempre se dedicou com empenho, tendo afirmado: Considero ser urgente conhecer e divulgar um repertório que corre risco de se perder no tempo [in Simões, Carla, Joaquim dos Santos, um Compositor no Panorama Musical Português Contemporâneo, Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho, Abril de 2009].

Deste importante trabalho de recolha etnográfica musical nasceram as harmonizações para três ou quatro vozes, para execução a cappella ou com acompanhamento de instrumentos de sopro e percussão, de várias canções populares, algumas delas incluídas na sua obra Rapsódia Campestre. Aquando a composição desta obra, e a par da harmonização, o compositor procedeu a uma orquestração para um complexo instrumental constituído por metais, palhetas e precursão, mas o qual é prescindível. As canções são fruto da recolha etnográfica na zona de Basto tal e qual os antigos as executavam, tanto na melodia como no texto.

Além destas harmonizações de canções populares para vozes, Joaquim dos Santos transpôs várias melodias populares para conjuntos instrumentais, como acontece em Cantiga de S. João, quadro rústico para 12 metais e tímpanos. Canção originária de Vilarinho das Furnas situa-se no campo da polifonia popular, com entrada sucessiva das vozes e com sequências de quintas paralelas, completamente respeitadas pelo compositor. À volta do tema surgem outras ideias musicais emoldurando, com pinceladas de ingenuidade, candura e muita alegria … um quadro rústico bem próprio das gentes da linda e encantadora província do Minho [Nota de Joaquim dos Santos na partitura].  

Ana Rita Campos e Sónia Marques, alunas do 2º ano da Licenciatura em Música.

 

4 canções populares portuguesas [hiperligação] (capa CD frente & verso]

Rapsódia campestre [hiperligação]

domingo, 8 de agosto de 2010

Discografia

Como facilmente se pode verificar, a partir de hoje este blog tem mais uma página. Página essa que é dedicada, em exclusivo, à discografia que visa a obra do Pe. Joaquim dos Santos. Todos os números abordados na página Discografia dizem respeito ao Instituto Português de Santo António em Roma. Outras edições há, de produção nacional (raríssimas), que, a seu tempo tomarão o devido lugar na mesma página.

Agradece-se a quem puder colaborar com a indicação de gravações feitas em Portugal. Contacto: casadacasinha@gmail.com

sábado, 7 de agosto de 2010

para ouvir aqui no blog… | Marimba & Órgão | Pequena fantasia

 

“Esta Pequena Fantasia para marimba e órgão nasce, curiosamente, duma proposta que me foi apresentada por um amigo meu, português, residente em Roma para que um organista italiano e um percussionista espanhol viessem a executá-la, brevemente, na Alemanha.

Chamei-lhe Fantasia pelo seu carácter imaginativo, caprichoso e sonhador, aliado a um estilo harmónico algo ousado e contrastante, dentro duma forma musical – com Prelúdio, Ricercare, Fuga e Finale – de carácter francamente livre. (…)” [Joaquim dos Santos, nota introdutória à obra]

 

 

Aqui ficam as palavras e a música do Maestro…

 

Composição com a data de finalização a 2 de Fevereiro de 2001.

Gravado ao vivo na Igreja de Santo António dos Portugueses em Roma no dia 18 de Outubro de 2001; Joan Marc Pino I Arasa, marimba; Giampaolo Di Rosa, órgão

Captação áudio de Antonio Cenciarelli; vídeo de Cipriana Pinto; mistura de Nuno Costa

ver evento em IPSAR